Salzburgo ao som de Musica no Coração

Todos nós conhecemos de cor as muitas musicas deste musical em especial a do “Do Re Mi”.  Fazem parte da nossa infância de tantas vezes que vimos o filme em tantos outros natais.

Quando andei por Salzburgo confesso que nem me lembrei do filme mas quando o voltei a ver apos a viagem foi impossível não reconhecer os muitos locais por onde tinha passado. Para quem é admirador do filme, ou apenas curioso, deixo abaixo alguns dos locais por onde o filme passou ou onde foi buscar inspiração para construir os locais e cenários que tão bem conhecemos.

Jardins Mirabell Gardens do Palácio com o mesmo nome: é o ultimo ponto de passagem de Maria e das crianças ao som do ‘Do-Re-Mi’.

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Praça Residenz e a sua fonte: Maria cruza esta praça no autocarro que a leva do Convento para a Trapp Villa ao som do “Eu tenho confiança em mim”.

Residenzplatz

Petersfriedhof  ou Cemitério S. Pedro: aqui é filmada a dramática cena onde a família é perseguida pelos policias Nazis.

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Schloss Leopoldskron: apesar de não ser um dos locais de filmagem, a sua fachada foi a inspiração para o residência dos Von Trapp.

Schloss Leopoldskron

Hellbrunn Palace: aqui podemos encontrar o Pavilhão de vidro onde foi filmada uma das mais românticas cenas do filme. Quem não se lembra da cena onde a filha dos Von Trapp e o carteiro se encontram ao som de  ‘I am 16 going on 17’.

Schloss Hellbrunn

Stift Nonnberg: Apesar da maioria das cenas no convento terem sido filmadas em estúdio, foi este convento que serviu de inspiração e onde foi filmada a cena onde as freiras cantam “Maria”.

Nonnberg Abbey

Poucas cidades guardam tão boas e bem preservadas memórias dos filmes que inspiraram como Salzburgo. É um dos possíveis trilhos que poderá fazer pela cidade. Ou não. O importante é descobrir esta magnifica cidade austríaca e, posso garantir, será certamente ao som da música, seja da Do Coração, de Mozart ou outra qualquer mais moderna. É assim Salzburgo.

Viena, de comer e chorar por mais

Viena tem um dos mais celebres bolos de chocolate do mundo. A Torta Sacher foi criada no século XIX por Franz Sacher e deve ser saboreada no glamouroso Hotel Sacher para uma experiência imperial completa. Eu que nem gosto muito de bolo de chocolate fiquei rendida…e sim, sabe tão bem como parece na foto abaixo.

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Apesar de Viena não ser uma cidade em conta é possível fazer uma refeição ao estilo imperial. Basta para isso dar com o local certo. O Centimeter é um desses locais. Não é o típico restaurante para turistas até porque o dono mal fala inglês mas o repasto é do melhor e do mais grandioso possível (para não dizer gigantesco). Quando nos entregam o menu devíamos logo começar a suspeitar que cada dose iria dar para, pelo menos, duas pessoas. Mas não…fomos à ganância e sobrou comida para pelo menos mais 3 pessoas. Até o ketchup era pensado para famílias (que restaurante serve aos clientes ketchup numa embalagem de 1,4 kg??).  Mas recomendo porque dá para comer bem e barato.

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Berlim, Munique e Salzburgo com um saltinho aqui e ali…

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Deixo aqui algumas dicas úteis para aproveitar ao máximo uma viagem por Berlim, Munique e Salzburgo.

 #Berlim

Como ir: Não existem voos diários diretos (como manifestei aqui) e fazer escala é sempre uma seca mas acreditem que vale a pena

Onde ficar: Nós ficamos no Hotel Gat Point Charlie, um dos melhores de sempre na relação qualidade/preço/localização. Recomendo 100%

Deslocações: O Metro é a melhor opção nas deslocações pela cidade e do aeroporto para o hotel. É bastante completo e permite percorrer distâncias mais longas num curto espaço de tempo. Do aeroporto para o centro apanha-se o autocarro 128 (são cerca de 10′) que o levará até U-Kurt-Schumacher Platz onde poderão apanhar a linha U6 para o centro.

Onde Comer: Para um bom pequeno-almoço recomendo o Coffee Fellows. Existem vários espalhados pela cidade e têm as mais diversas opções, desde o pequeno-almoço americano e opções mais simples como muffins ou croissants. Uma boa opção é passar pela Potsdamer Platz onde a animação é sempre garantida e escolher um dos muitos restaurantes por ali espalhados. Eu recomendo o Café/Restaurante Josty, um antepassado do antigo café com o mesmo nome, ponto de encontro de intelectuais e artistas do século XIX. É um bom restaurante para provar a típica comida alemã a apreciar as diferenças e animação tão típicas desta praça.

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Num dia de Sol recomendo um passeio até à Gendarmenmarkt e apreciar um sumo ou um chá numa das múltiplas esplanadas. Para os apreciadores de bom chocolate não deixem de passar pela Fassbender & Rausch, nem pela loja da Ritter Sport, nas imediações da Gendarmenmarkt.

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#Munique

Como ir: De Lisboa, a TAP tem voo diretos diários para esta cidade. A viagem entre Berlim e Munique pode ser feita de comboio ou de avião. Por exemplo através da Air Berlim que foi o nosso caso. Ficou mais em conta do que o comboio (já para não falar do tempo de viagem, claro).

Onde Ficar: Os hotéis são relativamente caros por estes lados mas conseguimos encontrar um, mesmo no centro por bom preço. É uma questão de procurar com tempo e paciência.

Deslocações: À semelhança de Berlim, o metro é a melhor opção para deslocações mais longas na cidade (apesar de Munique se fazer bem a pé). Incluindo na saída do aeroporto.

Onde Comer:aqui deixei alguma dicas de onde provar a melhor comida e ambiente da cidade.

# Excursões a partir de Munique:

Para começar o ideal é adquirir o BayernTicket. Este bilhete pode ser adquiro online e é valido a partir das 9h00 de segunda a sexta e durante todo o dia aos sábados, domingos e feriados. Além de ficar mais barato (23€ por pessoa e por cada pessoa a mais acresce apenas 5€), permite inúmeros transbordos e pode ser usado em todos os transportes regionais da zona, durante esse dia. Uma boa opção paras as visitas aos Castelos e a Salzburgo.

Viagem ao Campo de Concentração de Dachau que fica a uns 30 minutos de comboio de Munique. Não precisa de compra antecipada uma vez que são comboios regionais, muito mais frequentes que os de longa distância. Chegando a Dachau é só apanhar o autocarro para o campo cuja indicação pode encontrar na paragem. O bilhete de comboio dá para este autocarro também.

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Viagem aos castelos de Neuschwanstein e Hohenschwangau. São cerca de 2 horas de comboio (deliciosas para apreciar a magnifica paisagem da Baviera) e vale bem a pena para conhecer estes dois castelos dos quais já falei aqui. Os bilhetes podem ser comprados em antecipação online. O destino é a vila de Füssen, onde à chegada terão autocarros (RVA/OVG 78) à espera que vos levam diretamente até à bilheteira dos castelos. Muito importantereservar os bilhetes para os castelos em antecipação. Poupa cerca de uma hora ou mais na fila. Basta seguir para o balcão de levantamento dos bilhetes e ganha horas para deambular à vontade pela zona.

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 #Salzburgo

Uma visita a Salzburgo é mais uma das excursões que podem fazer a partir de Munique, se forem com tempo. Fica a cerca de duas horas de comboio e mais uma vez recomendo a compra antecipada de bilhete. É possível visitar Salzburgo num dia (não tão profundamente como a cidade merece mas fica como aperitivo para uma próxima viagem).

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Têm outras dicas sobre estas maravilhosas cidades? Por favor partilhem porque boas dicas nunca são de mais.

Day Trip Munique: Salzburgo

Que não fiquem dúvidas deste lugar comum, muitas e muitas vezes repetido…Salzburgo é definitivamente uma das jóias da coroa da Europa. A visita foi curta uma vez que foi incluída numa “excursão” de um dia a partir de Munique (fica a cerca de duas horas de distância de comboio) mas mesmo assim deu para ver e conhecer muitas das suas maravilhas.A cidade de Mozart está parada no tempo, mantendo inalteradas as suas praças, igrejas, fontes, palácios e muito mais, tornando muito simples imaginarmos os passos do “grande artista”, seguindo pelas ruas da sua cidade.

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Mas antes de entrarmos no centro histórico recomendo uma primeira paragem no Palácio Mirabell e um passeio pelos seus magníficos jardins. O cheiro e as cores das flores do jardim são uma experiência para os sentidos a que não ficamos indiferentes. Mas temos que seguir viagem e partimos para a Makarplatz, a pequena praça onde está localizada a casa onde viveu Mozart, de 1773 a 1780, e que agora é um museu dedicado ao músico.

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Entramos no centro histórico e encontramo-nos de imediato numa apertada mas muito animada rua, a Getreidegasse, coroada de ambos os lados de luxuosas lojas e restaurantes. A Getreidegasse é a principal rua comercial de Salzburgo, onde se sente o pulsar da cidade. Além do interessante e histórico edifício da Câmara Municipal, aqui encontramos também a belíssima casa onde Mozart nasceu em janeiro de 1756, agora um museu sobre a sua vida. O edifício está totalmente restaurado e dada a sua cor de amarelo vivo, é difícil passar despercebido.

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Ao lado da Residenzplatz encontramos outro marco importante da cidade, a sua Catedral. Um imponente edifício barroco que domina a não menos imponente Praça do Dom, com os seus 15000 resplandecentes metros quadrados. A visita a catedral é outro momento alto do dia, onde para além das pinturas no seu interior somos atraídos pelo órgão de 4000 canos.

Prosseguimos a rota pelas igrejas, visitando a Igreja Franciscana, a mais antiga de Salzburgo, caracterizada pela inúmera mistura de estilos e pelos seus tetos em ripas. E terminamos na Igreja/Mosteiro de St Peter, famosa pelo seu cemitério cujo ambiente é único no mundo, com catacumbas de origem cristã escavadas na rocha de Mönchsberg. Antes de sair visite também as capelas de St. Gertrude’s Chapel e de Maximus.

Terminamos a visita subindo no mais antigo funicular da Áustria, construído em 1892 até à Fortaleza Hohensalzburg, uma das maiores e mais bem preservadas fortalezas da Europa central, com mais de 900 anos. A vista lá de cima é impressionante (mesmo num dia chuvoso como o que encontramos) e a visita aos diferentes e sumptuosos espaços interiores transporta-nos para uma outra época.

Antes de sair de Salzburgo recomendo uma passagem no Restaurante Mozart, na Geitreidegasse, e uma passagem gulosa pelo Sacher Café, na Schwarzstrasse. Porque depois de um dia de aventuras por Salzburgo é bom recompor o corpo com uma reconfortante refeição austríaca, terminando com a mais famosa tarte de chocolate do mundo.

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Salzburgo é Património Mundial da Unesco e rapidamente percebemos porquê. Porque nos apaixona e arrebata ao primeiro olhar. É impossível ficar-lhe indiferente e não querer lá voltar, uma, e outra vez.

Viena em estilo imperial

A cidade de Mozart, Beethoven e Schubert já foi uma das cidades mais influentes da Europa, resultado do poder e riqueza do Império Austro-húngaro, e ainda faz gala em exibir, orgulhosa, os símbolos e património dessa época gloriosa. Viena ainda conserva a majestade de outros tempos mas elegantemente combinada com apontamentos modernistas. A cidade de Sissi é hoje uma cidade cosmopolita e irreverente que não deixa ninguém indiferente.

Um passeio pelas ruas transporta-nos para o reinado dos Habsburgs e para um período glorioso e prospero que pode ser agora contemplado através dos palácios de Schönbrunn e Belvedere, do Hofburg, das inúmeras igrejas góticas e da Escola Espanhola de Equitação. Quase conseguimos ver a princesa Sissi a passear por estes espaços.

Começamos a visita pela Rathaus, a majestosa Câmara Municipal de Viena. Assim com em Londres a Câmara municipal espelha o lado cosmopolita e moderno da cidade em Viena espelha a grandiosidade histórica da cidade.

Outro ponto incontornável em Viena é o Palácio Imperial ou Hofburg. Este é o melhor local para absorver o poderio imperial da Viena de outros tempos e para conhecer de perto o mundo da princesa Sissi. O monumento é exuberante e representa de forma icónica atmosfera majestosa da cidade. É daqueles locais que por mais adjetivos que se use nunca parecem fazer jus à sua dimensão e beleza.

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A Catedral gótica de Santo Estêvão é uma impressionante igreja gótica situada no coração de Viena. Esta magnifica catedral tem inúmeros pontos de atração mas o que mais nos prende a atenção é o telhado coberto por cerca de 250.000 telhas coloridas e as duas Torres romanescas na entrada da Catedral.  Foi parcialmente destruída com os bombardeamentos na II Guerra Mundial e restaurada com o objetivo supremo de exibir o poder de recuperação dos vencedores.

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A Karlskirche é, a seguir à catedral de Santo Estevão, a mais imponente e impressionante igreja que podemos encontrar em Viena. Foi construída como agradecimento a Deus por ter levado a prague de Viena, um epidemia que vitimou mais de 8.000 vidas em 1713. A igreja é espantosa incorporando uma misturada de estilos de diferentes países, desde a entrada que se assemelha a um pavilhão chinês, as colunas laterais inspiradas nas colunas romanas de Trajano, terminando nos relevos do frontão que foram rebuscados dos templos gregos.

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Os jardins de Belvedere são inspirados nos de Versailles e ligam os dois palácios com o mesmo nome. EsteS são os maiores palácioS alguma vez construídos em Viena por umá pessoa, tendo sido  mandado construir pelo príncipe Eugénio de Sabóia  para sua residência de Verão (chique, muito chique). No palácio superior, e o mais imponente, pode ser apreciada aquela que é uma das melhores obras de Klimt (“O Beijo”) entre outras obras.

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Um dos grandes ícones da cidade, a Opera vienense teve um inicio de vida pouco pacifico, quando foi inaugurada em 1869, nao obteve grande popularidade por entre os vienesses (como nao?). Durante a Segunda Guerra Mundial o edificio foi bombardeado, tendo-se salvado a secção dianteira, o saguão com os frescos, as escadarias principais, o vestíbulo e o salão de chá. O auditório e o palco foram destruídos pelo fogo, assim como quase toda a decoração e adereços para mais de 120 óperas, com cerca de 150.000 figurinos.

 Museus, museus e mais museus

A começar pelos gémeos Museu de História Natural e Museu das Belas-Artes, construídos em espelho, de frente um para o outro. O primeiro é um dos maiores museus de arqueologia, antropologia e geologia do mundo e o segundo reúne inúmeras obras de arte colecionadas durante  antes de dinastia Habsburg.

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E já que estamos numa de museus vamos então ao  Museums Quartier, um dos maiores complexos dedicados à arte moderna e à cultura. Este complexo reúne as principais formas de expressão do homem, desde a arte, À arquitetura, passando pelo teatro, dança e musica, moda e design, cultura digital e para crianças e outdoor. É um local (ou melhor, um conjunto de locais) para descobrir com calma e tempo.

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My favorite

Viena é verdadeiramente imperial e deslumbrante mas confesso que o que mais me fascinou não foram os palácios, ou os jardins ou até as grandes igrejas…a obra de arte que mais me marcou foi o Edifício da Secessão. Não sei se foram as formas perfeitamente geométricas, se foi a fachada branca e dourada, se foi o magnifico durmo construído com 3.000 folhas de louro douradas, se são os ornamentos que decoram todo o edificio ou se são os dois maravilhosos vasos na entrada carregados por quatro tartaruguinhas. Simplesmente adoro este edifício.

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Tudo isto é Viena. Viena é imperial, é moderna, é orgulhosa, é Elegante.  E claramente em Viena o passado está vivo!

Praga, Viena e Budapeste…alguma dicas

Praga,Viena e Budapeste são sem dúvida três das mais grandiosas cidades da Europa e foi uma emoção descobrir alguns dos seus segredos, sentir o seu pulsar e conhecer um pouco da sua história tão atribulada. Não querendo ser muito chata quero apenas partilhar, para já, algumas dicas e sugestões sobre esta viagem.

Para começar quero referir que toda a viagem pode ser planificada e marcada diretamente por nós, dando para poupar uns trocos. Quer o avião, quer os hotéis e deslocações são muito simples de encontrar e marcar.

#Avião

O voo foi marcado no site da TAP e ficou 294,55€ por/pessoa, com ligação Lisboa-Praga e Budapeste-Lisboa.

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# Deslocações entre cidades

As deslocações entre Praga e Viena e Viena e Budapeste foram feitas de Comboio. No primeiro caso, a viagem durou cerca de 5h e no segundo não chegou a 3h. Os preços e horários podem ser consultados aqui. As viagens são relativamente confortáveis e os comboios modernos.

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#Transferes e deslocações

Em Praga a melhor forma de ir do aeroporto para o centro da cidade é de táxi. É relativamente rápido (mais ou menos 30 minutos) e não fica muito caro (cerca de 25 euros). Recomendação importante: chamar um táxi nos quiosques que estão à saída do aeroporto (os outros não são de confiança).

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De Praga para a estação de comboio o metro é uma boa opção, assim como da estação de Viena para o centro da cidade. A cidade tem uma excelente rede de metro. Da estação de comboios de Budapeste para o hotel, o metro é também a melhor opção (mais uma vez a estação era bastante central) e apesar do susto inicial (o metro era para lá de velho e estava tão ferrugento que tive dúvidas se iria arrancar) foi bastante tranquilo. Para o aeroporto o táxi é a melhor opção (reservado pelo hotel na véspera). A distância ainda é longa mas como têm tarifa fixa (cerca de 20 euros) acaba por ficar muito em conta.

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# Pelas Cidades

Em Praga e Viena andamos sempre a pé para todo o lado. São cidades relativamente pequenas e a melhor forma de as conhecer e de as sentir é mesmo a pé.

Em Budapeste fomos de metro para a Praça dos Heróis, não só para poupar as pernas mas também para conhecer a mais antiga rede de metro da Europa. Também não conseguimos resistir aos velhinhos elétricos que circulam pelas artérias da cidade e fizemos a (curta) viagem entre a Praça Batthyány e o hotel Gellert. Muito divertido.

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#Hotéis

Procuro sempre hotéis relativamente centrais dentro de um determinado budget (baixo,claro) e posso dizer que desta vez acertei em cheio. As reservas foram todas feitas através do Booking (do qual sou fã e cliente ativa).

Em Praga ficamos no Eurostars Thalia localizado na do Teatro Nacional, a 5 minutos a pé da Ponte Carlos e a 10 do centro da Cidade. Em Viena ficamos num hotel um pouco mais modesto, o Hotel Graf Stadion, que não ficando no centro ficava a 10 minutos a pé das principais atrações. Em Budapeste voltamos a ficar num Eurostars, o Budapest Center, bastante central e que fica a 3 minutos da principal rua de lojas da cidade e à mesma distância do Museu Nacional e da Sinagoga.

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Pode parecer complicado mas não. Requer alguma paciência e método mas é bem mais divertido do que ir à agência de viagens e comprar o pacote já feito.Para terminar deixo apenas mais duas dicas…comprar bons guias (eu uso quase sempre os da American Express. Dão boas dicas mas ainda deixam muito espaço à descoberta pessoal) e levar um bom caderninho. Estes cadernos são excelente para levar algumas notas e dicas a não esquecer e para apontar as aventuras para mais tarde recordar.